"O amor é uma experiência conjunta entre duas pessoas (mas isso não significa que é uma experiência parecida para as duas pessoas envolvidas). Existe o amante e o amado, mas esses dois vêm de países diferentes.
(...)
O valor e a qualidade de qualquer amor é definido só pelo amante. É por isso que muitos de nós preferem amar do que ser amado. Quase todo mundo quer ser o amante.
(...)
O amado teme e odeia o amante e com a melhor das razões. Pois o amante está sempre tentando desnudar quem se ama. O amante deseja qualquer possibilidade de relação com a pessoa amada, mesmo que essa experiência possa lhe trazer apenas a dor".
extraído de The Ballad of the Sad Café
de Carson McCullers
Wednesday, 5 August 2009
Monday, 3 August 2009
O ciclo da auto-sabotagem (2a parte)
Livro de Stanley Rosner e Patricia Hermes
"A escolha do parceiro do casamento é, muitas vezes, a representação da relação mal resolvida com um dos pais, aquele que não conseguiu atender às necessidades do filho. A escolha inconsciente do parceiro representa uma tentativa de "mudar aquele pai/mãe", de conseguir o amor e o carinho que faltou. O resultado se apresenta na forma de queixas do tipo: "não foi isso que eu disse", "ele não me defende". Isto, por sua vez, gera lutas pelo poder, batalhas de vontades, brigas sobre quem está certo e quem está errado. Geralmente, o que vem a seguir é aquela sensação silenciosa, mas bastante incômoda, de estar pisando em ovos, para não desequilibrar a balança.
Às vezes, há uma vaga consciência do que está acontecendo, pensamentos confusos de que o cônjuge está se comportando como o pai/mãe frustrador, mas tais pensamentos são geralmente repelidos. Porque fracassamos no reconhecimento da dinâmica da interação com o cônjuge e porque não queremos nos lembrar inteiramente do impacto prejudicial que aquele pai/mãe teve sobre nós, tendemos a repetir muitas vezes a relação. Temos a expectativa de que, da próxima vez, seremos bem-sucedidos naquilo que queremos. Vivemos com a esperança de que encontraremos, no casamento, a satisfação que não encontramos até agora.
Um outro problema é como os indivíduos reagem ao trauma. A interrupção na comunicação, apresentada de modo tão comum como a causa dos problemas nos relacionamentos, é, na realidade, parte da estrutura de defesa em resposta ao trauma. Não é apenas a interrupção na comunicação verbal, mas na comunicação emocional também. Há um entorpecimento dos sentimentos e da sensibilidade. "Se você não estende a mão para mim, por que eu devo estender a minha para você?" O resultado é que a relação baseia-se em tentativas, na qual cada indivíduo sente necessidade de pisar leve, para evitar qualquer situação incômoda ou real. Com medo de represália, medo da própria raiva, a tendência é isolar-se, calar-se tanto verbalmente quanto emocionalmente.
"Ela não fala comigo" é uma queixa comumente ouvida. Esse estado de alienação é baseado no medo de que o cônjuge se irrite se o outro expuser seus sentimentos. Esse medo também é expresso em termos de fragilidade: "não posso dizer nada, porque ela vai desmoronar, ela é tão sensível". Então o distanciamento continua e fica cada vez maior.
Não expressar sentimentos e reações em palavras, por sua vez, leva a pessoa a não expressão sentimentos em comportamentos e em reações emocionais. "Por que eu deveria dizer como me sinto? Ele não vai me ouvir. Não vai fazer a menor diferença".
Se um dos parceiros arriscar seus medos e reconhecer que a frieza é em razão da evitação da agressão ou da possibilidade de se magoar, então a barreira do silêncio pode começar a ser rompida. É necessário reconhecer que o medo da raiva e o medo da fragilidade são aprendizados trazidos de relacionamentos traumáticos anteriores. "Ela não é minha mãe, que não me defendia quando eu precisava". "Ele não é meu pai, que me fuzilava com os olhos se eu expressasse minha raiva".
Ao alcançar esse reconhecimento, é possível mudar relacionamentos atuais.
A compulsão à repetição é uma forma de traduzir em ação um trauma por meio de um comportamento destrutivo, embora quase sempre o indivíduo não tenha noção de que é exatamente isso que está fazendo.
Há uma grande diferença entre estar em situações difíceis que ocorrem sem que a pessoa tenha consciência do que está acontecendo e o reconhecimento de que há alternativas e que é possível efetivar mudanças em comportamentos de auto-sabotagem. A diferença, a diferença vital, é o reconhecimento. Freud escreveu: "Na verdade, eu sempre soube disso; só que isso não me passava pela cabeça".
"A escolha do parceiro do casamento é, muitas vezes, a representação da relação mal resolvida com um dos pais, aquele que não conseguiu atender às necessidades do filho. A escolha inconsciente do parceiro representa uma tentativa de "mudar aquele pai/mãe", de conseguir o amor e o carinho que faltou. O resultado se apresenta na forma de queixas do tipo: "não foi isso que eu disse", "ele não me defende". Isto, por sua vez, gera lutas pelo poder, batalhas de vontades, brigas sobre quem está certo e quem está errado. Geralmente, o que vem a seguir é aquela sensação silenciosa, mas bastante incômoda, de estar pisando em ovos, para não desequilibrar a balança.
Às vezes, há uma vaga consciência do que está acontecendo, pensamentos confusos de que o cônjuge está se comportando como o pai/mãe frustrador, mas tais pensamentos são geralmente repelidos. Porque fracassamos no reconhecimento da dinâmica da interação com o cônjuge e porque não queremos nos lembrar inteiramente do impacto prejudicial que aquele pai/mãe teve sobre nós, tendemos a repetir muitas vezes a relação. Temos a expectativa de que, da próxima vez, seremos bem-sucedidos naquilo que queremos. Vivemos com a esperança de que encontraremos, no casamento, a satisfação que não encontramos até agora.
Um outro problema é como os indivíduos reagem ao trauma. A interrupção na comunicação, apresentada de modo tão comum como a causa dos problemas nos relacionamentos, é, na realidade, parte da estrutura de defesa em resposta ao trauma. Não é apenas a interrupção na comunicação verbal, mas na comunicação emocional também. Há um entorpecimento dos sentimentos e da sensibilidade. "Se você não estende a mão para mim, por que eu devo estender a minha para você?" O resultado é que a relação baseia-se em tentativas, na qual cada indivíduo sente necessidade de pisar leve, para evitar qualquer situação incômoda ou real. Com medo de represália, medo da própria raiva, a tendência é isolar-se, calar-se tanto verbalmente quanto emocionalmente.
"Ela não fala comigo" é uma queixa comumente ouvida. Esse estado de alienação é baseado no medo de que o cônjuge se irrite se o outro expuser seus sentimentos. Esse medo também é expresso em termos de fragilidade: "não posso dizer nada, porque ela vai desmoronar, ela é tão sensível". Então o distanciamento continua e fica cada vez maior.
Não expressar sentimentos e reações em palavras, por sua vez, leva a pessoa a não expressão sentimentos em comportamentos e em reações emocionais. "Por que eu deveria dizer como me sinto? Ele não vai me ouvir. Não vai fazer a menor diferença".
Se um dos parceiros arriscar seus medos e reconhecer que a frieza é em razão da evitação da agressão ou da possibilidade de se magoar, então a barreira do silêncio pode começar a ser rompida. É necessário reconhecer que o medo da raiva e o medo da fragilidade são aprendizados trazidos de relacionamentos traumáticos anteriores. "Ela não é minha mãe, que não me defendia quando eu precisava". "Ele não é meu pai, que me fuzilava com os olhos se eu expressasse minha raiva".
Ao alcançar esse reconhecimento, é possível mudar relacionamentos atuais.
A compulsão à repetição é uma forma de traduzir em ação um trauma por meio de um comportamento destrutivo, embora quase sempre o indivíduo não tenha noção de que é exatamente isso que está fazendo.
Há uma grande diferença entre estar em situações difíceis que ocorrem sem que a pessoa tenha consciência do que está acontecendo e o reconhecimento de que há alternativas e que é possível efetivar mudanças em comportamentos de auto-sabotagem. A diferença, a diferença vital, é o reconhecimento. Freud escreveu: "Na verdade, eu sempre soube disso; só que isso não me passava pela cabeça".
Sunday, 2 August 2009
O ciclo da auto-sabotagem
Livro de Stanley Rosner e Patricia Hermes
Por que repetimos atitudes que destroem os nossos relacionamentos e nos fazem sofrer
"Há uma vitória e uma derrota - a maior e a melhor das vitórias, a mais baixa e a pior das derrotas -, que cada homem conquista ou sofre não pelas mãos dos outros, mas pelas próprias mãos." ~ Platão, Protágoras
"Recebi em meu consultório um homem para quem tudo parecia correr bem. Louis era um quarentão, um homem de negócios que aparentava ser bem casado, o pai de um grande garoto, como chamava o filho de 10 anos, bem-sucedido na vida pessoal e profissional. Mas me procurou porque estava inquieto, pensando no sentido da vida. Estava tendo um caso com uma mulher que, admitiu, não amava. Mas, mesmo sem amá-la, estava prestes a deixar sua família. Ele não entendia o próprio comportamento, mas sabia que alto estava errado. Além disso, havia jurado que nunca faria com sua família o que o pai fizera com ele. Ele revelou que seu pai havia abandonado a família quando ele tinha a mesma idade do filho - 10 anos. E seu avô paterno também largou a família quando o filho tinha 10 anos. Ele estava prestes a se tornar o terceiro pai na família a abandonar a mulher e os filhos.
Encarar o ciclo de repetição é o primeiro passo para ter algum controle sobre o que a pessoa está provocando inconscientemente.
Pode parecer implausível acreditar que um indivíduo continue agindo exatamente da maneira que o faz sofrer. Concordo que seja um contra-senso. No entanto, é plausível e possível. E ocorre constantemente.
O que é importante sinalizar aqui é que essas vidas são infernizadas e destruídas pela compulsão à repetição. Por compulsão, estou me referindo aqui a um tipo de repetição menos instintiva, uma necessidade inconsciente de repetir muitas vezes um comportamento, um impulso de levar adiante um ato, não importando as consequências, mesmo que destrua a vida e a felicidade de alguém.
Existe um momento em que a pessoa consegue reconhecer essas repetições? É possível se dar conta disso e o ciclo ser rompido realmente? Acredito que as respostas a essas questões sejam "sim". Embora não seja uma tarefa fácil. Indivíduos que passaram a vida construindo uma concepção sobre si e sobre o mundo ao redor de uma determinada percepção equivocada podem ter medo de contestar aquela visão, e isto é compreensível.
É um medo real e imenso, porque envolve a única coisa que precisamos e pela qual ansiamos - o amor.
(...)
A maioria das crianças pequenas acredita que o mundo gira ao seu redor. Com o desenvolvimento normal, esse sentimento gradativamente se dissipa. Entretanto, quando certos pais colocam os filhos no meio de suas próprias vidas e também de seus próprios conflitos, esse processo normal pode ser interrompido. A consequência é que muitas dessas crianças desenvolvem um forte senso de responsabilidade, culpa e de recriminação a si mesmas. Elas recebem de herança uma consciência severa e punitiva, dúvidas sobre si mesmas e falta de confiança. Se algo vai mal com seus pais ou com sua família, acreditam que, além de ser culpa delas, é também sua responsabilidade corrigir os erros e consertar o estrago.
Sepultar sentimentos traumáticos, experiências e memórias de sofrimento acontece a muitas pessoas. Entretanto, enterrar essas experiências não significa que elas estejam mortas. Pelo contrário, elas se incorporam, tornam-se parte indelével da imagem que as pessoas têm de si. Consequentemente, a pessoa não sabe por que age de uma determinada forma, não consegue explicar. Surge uma lacuna entre o que se sente e a base de tais sensações.
A criança que vive no adulto, a criança que sepultou seu passado traumático, revive esse fato várias vezes, tentando inconscientemente dominar aqueles eventos incontroláveis. A finalidade, portanto, é facilitar a mudança, fazer com que chegue à consciência, ajudar a criança indefesa a se tornar o adulto livre, com o controle da própria vida. Com consciência e memória, esses eventos podem ser encarados de modo diferente.
Às vezes, é preciso chegar ao sofrimento para que os problemas sejam resolvidos."
Por que repetimos atitudes que destroem os nossos relacionamentos e nos fazem sofrer
"Há uma vitória e uma derrota - a maior e a melhor das vitórias, a mais baixa e a pior das derrotas -, que cada homem conquista ou sofre não pelas mãos dos outros, mas pelas próprias mãos." ~ Platão, Protágoras
"Recebi em meu consultório um homem para quem tudo parecia correr bem. Louis era um quarentão, um homem de negócios que aparentava ser bem casado, o pai de um grande garoto, como chamava o filho de 10 anos, bem-sucedido na vida pessoal e profissional. Mas me procurou porque estava inquieto, pensando no sentido da vida. Estava tendo um caso com uma mulher que, admitiu, não amava. Mas, mesmo sem amá-la, estava prestes a deixar sua família. Ele não entendia o próprio comportamento, mas sabia que alto estava errado. Além disso, havia jurado que nunca faria com sua família o que o pai fizera com ele. Ele revelou que seu pai havia abandonado a família quando ele tinha a mesma idade do filho - 10 anos. E seu avô paterno também largou a família quando o filho tinha 10 anos. Ele estava prestes a se tornar o terceiro pai na família a abandonar a mulher e os filhos.
Encarar o ciclo de repetição é o primeiro passo para ter algum controle sobre o que a pessoa está provocando inconscientemente.
Pode parecer implausível acreditar que um indivíduo continue agindo exatamente da maneira que o faz sofrer. Concordo que seja um contra-senso. No entanto, é plausível e possível. E ocorre constantemente.
O que é importante sinalizar aqui é que essas vidas são infernizadas e destruídas pela compulsão à repetição. Por compulsão, estou me referindo aqui a um tipo de repetição menos instintiva, uma necessidade inconsciente de repetir muitas vezes um comportamento, um impulso de levar adiante um ato, não importando as consequências, mesmo que destrua a vida e a felicidade de alguém.
Existe um momento em que a pessoa consegue reconhecer essas repetições? É possível se dar conta disso e o ciclo ser rompido realmente? Acredito que as respostas a essas questões sejam "sim". Embora não seja uma tarefa fácil. Indivíduos que passaram a vida construindo uma concepção sobre si e sobre o mundo ao redor de uma determinada percepção equivocada podem ter medo de contestar aquela visão, e isto é compreensível.
É um medo real e imenso, porque envolve a única coisa que precisamos e pela qual ansiamos - o amor.
(...)
A maioria das crianças pequenas acredita que o mundo gira ao seu redor. Com o desenvolvimento normal, esse sentimento gradativamente se dissipa. Entretanto, quando certos pais colocam os filhos no meio de suas próprias vidas e também de seus próprios conflitos, esse processo normal pode ser interrompido. A consequência é que muitas dessas crianças desenvolvem um forte senso de responsabilidade, culpa e de recriminação a si mesmas. Elas recebem de herança uma consciência severa e punitiva, dúvidas sobre si mesmas e falta de confiança. Se algo vai mal com seus pais ou com sua família, acreditam que, além de ser culpa delas, é também sua responsabilidade corrigir os erros e consertar o estrago.
Sepultar sentimentos traumáticos, experiências e memórias de sofrimento acontece a muitas pessoas. Entretanto, enterrar essas experiências não significa que elas estejam mortas. Pelo contrário, elas se incorporam, tornam-se parte indelével da imagem que as pessoas têm de si. Consequentemente, a pessoa não sabe por que age de uma determinada forma, não consegue explicar. Surge uma lacuna entre o que se sente e a base de tais sensações.
A criança que vive no adulto, a criança que sepultou seu passado traumático, revive esse fato várias vezes, tentando inconscientemente dominar aqueles eventos incontroláveis. A finalidade, portanto, é facilitar a mudança, fazer com que chegue à consciência, ajudar a criança indefesa a se tornar o adulto livre, com o controle da própria vida. Com consciência e memória, esses eventos podem ser encarados de modo diferente.
Às vezes, é preciso chegar ao sofrimento para que os problemas sejam resolvidos."
Friday, 31 July 2009
Na primeira manhã
"Na primeira manhã que te perdi
Acordei mais cansado que sozinho
Como um conde falando aos passarinhos
Como uma bumba-meu-boi sem capitão
E gemi como geme o arvoredo
Como a brisa descendo das colinas
Como quem perde o prumo e desatina
Como um boi no meio da multidão
Na segunda manhã que te perdi
Era tarde demais pra ser sozinho
Cruzei ruas, estradas e caminhos
Como um carro correndo em contramão
Pelo canto da boca num sussurro
Fiz um canto demente, absurdo
O lamento noturno dos viúvos
Como um gato gemendo no porão
Solidão."
Composição: Alceu Valença
Acordei mais cansado que sozinho
Como um conde falando aos passarinhos
Como uma bumba-meu-boi sem capitão
E gemi como geme o arvoredo
Como a brisa descendo das colinas
Como quem perde o prumo e desatina
Como um boi no meio da multidão
Na segunda manhã que te perdi
Era tarde demais pra ser sozinho
Cruzei ruas, estradas e caminhos
Como um carro correndo em contramão
Pelo canto da boca num sussurro
Fiz um canto demente, absurdo
O lamento noturno dos viúvos
Como um gato gemendo no porão
Solidão."
Composição: Alceu Valença
Tuesday, 28 July 2009
Quotes on men
It takes a woman twenty years to make a man of her son, and another woman twenty minutes to make a fool of him. ~Helen Rowland
It's a man's world, and you men can have it. ~Katherine Anne Porter
Men want the same thing from their underwear that they want from women: a little bit of support, and a little bit of freedom. ~Jerry Seinfeld
Boys will be boys, and so will a lot of middle-aged men. ~Frank McKinney "Kin" Hubbard
God gave us all a penis and a brain, but only enough blood to run one at a time. ~Robin Williams
Men are only as loyal as their options. ~Bill Maher
Many a man owes his success to his first wife, and his second wife to his success. ~Jim Backus
The old theory was "Marry an older man, because they're more mature." But the new theory is: "Men don't mature. Marry a younger one." ~Rita Rudner
The only time a woman really succeeds in changing a man is when he is a baby. ~Natalie Wood
Men want a woman whom they can turn on and off like a light switch. ~Ian Fleming
It's a man's world, and you men can have it. ~Katherine Anne Porter
Men want the same thing from their underwear that they want from women: a little bit of support, and a little bit of freedom. ~Jerry Seinfeld
Boys will be boys, and so will a lot of middle-aged men. ~Frank McKinney "Kin" Hubbard
God gave us all a penis and a brain, but only enough blood to run one at a time. ~Robin Williams
Men are only as loyal as their options. ~Bill Maher
Many a man owes his success to his first wife, and his second wife to his success. ~Jim Backus
The old theory was "Marry an older man, because they're more mature." But the new theory is: "Men don't mature. Marry a younger one." ~Rita Rudner
The only time a woman really succeeds in changing a man is when he is a baby. ~Natalie Wood
Men want a woman whom they can turn on and off like a light switch. ~Ian Fleming
Monday, 27 July 2009
Amigos
"Sabe qual é a hora que você sabe que tem um amigo... a pior possível! E nelas eu sei que sempre tenho vocês e vocês têm a mim.
Não há nada mais lindo nessa vida do que quando duas vidas se encontram e generosamente mudam o curso do que poderia acontecer caso uma não estivesse ali para a outra..."
Faço minhas as lindas palavras da minha amiga Esteff. Não consigo imaginar o que seria minha vida sem amigos.
Não ter com quem aumentar as alegrias e dividir as tristezas.
Não ter alguém em quem confiamos para contar nossos segredos e puxar nossa orelha quando necessário.
Não ter com quem rir das besteiras da vida ou um ombro amigo para chorar as mágoas.
Amigo é família escolhida a dedo.
Sem essa rede de apoio, sem o carinho dos amigos, viver seria muito difícil.
Não há nada mais lindo nessa vida do que quando duas vidas se encontram e generosamente mudam o curso do que poderia acontecer caso uma não estivesse ali para a outra..."
Faço minhas as lindas palavras da minha amiga Esteff. Não consigo imaginar o que seria minha vida sem amigos.
Não ter com quem aumentar as alegrias e dividir as tristezas.
Não ter alguém em quem confiamos para contar nossos segredos e puxar nossa orelha quando necessário.
Não ter com quem rir das besteiras da vida ou um ombro amigo para chorar as mágoas.
Amigo é família escolhida a dedo.
Sem essa rede de apoio, sem o carinho dos amigos, viver seria muito difícil.
Em 26 de julho de 2009
Estou doente.
Meu corpo inteiro dói.
Como se no esforço imenso
de te esquecer
meus músculos todos
trabalhassem intensamente
na ginástica dessa separação
exercício sem fim esse,
sem repouso
sem trégua
sem descanso
exercício que dói no corpo
que dói na alma
esse de proteger o coração
de manter a mente ocupada
para que o coração se acostume
com a tua ausência
já não tenho mais a quem perguntar se anoiteceu
meu coração está tão cansado
que não vejo mais
o porquê dessa questão
Vejo com meus próprios olhos
a noite escura lá fora...
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